O ciclo da carga
A nota entra, o frete vem da tabela e o CT-e vai para a SEFAZ.
Aqui nasce o CT-e, o documento fiscal de cada frete. O XML da nota do cliente entra e o sistema já sabe o frete daquele cliente naquela rota. Você confere e transmite — em lote, quando o dia pede.

Como funciona
Quando se abre esta tela
- Quando chegam as notas do cliente e é hora de gerar os CT-es.
- Quando a SEFAZ recusa um documento e ele precisa de correção.
- Quando é preciso cobrar algo que ficou de fora, como horas de espera.
A emissão é uma fila. A caixa Mostrar separa o que falta emitir, o que a SEFAZ recusou, o que foi autorizado hoje e o que foi cancelado. Daqui saem dezenas de documentos de uma vez, com a situação de cada um na SEFAZ do lado — não um por um, esperando a resposta de cada.
No formulário você coloca as notas, confere quem envia, quem recebe e quem paga, e o frete aparece calculado no painel da direita. Se faltar algo no cadastro, o sistema recusa antes de transmitir e diz o que falta em português. Depois de autorizado, o mesmo lugar imprime o DACTE, emite a carta de correção e cancela, dentro do que a SEFAZ deixa fazer.
Emissão em lote
Dezenas de CT-es conferidos e transmitidos de uma vez, com a situação de cada um na SEFAZ ao lado.
Carta de correção e cancelamento
O que a SEFAZ permite corrigir, você corrige por ali mesmo.
Ele não deixa emitir errado
Recusa CT-e com cadastro incompleto e diz o que falta em português — não devolve código de rejeição.
DACTE em duas vias
A via do motorista e a via do cliente, prontas para imprimir.
As palavras desta tela
Quem entra no transporte agora não nasceu sabendo. Estão escritas assim dentro do sistema também.
- CT-e
- Conhecimento de Transporte eletrônico: o documento fiscal do frete, autorizado pela SEFAZ. Sem ele a carga não pode rodar.
- DACTE
- A folha impressa do CT-e, que acompanha a mercadoria.
- Carta de correção
- O documento que conserta um erro de texto do CT-e — endereço, observação, descrição. Valor e partes não se corrigem por ela.
O que vem perto disso
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