Migração
Dez anos de cadastro não ficam para trás.
Trocar de sistema de transporte assusta por um motivo prático: a transportadora que roda há dez anos tem na base um cadastro que ninguém digita de novo, e uma equipe que decorou códigos. Por isso a migração aqui não começa por uma tela em branco.
O cadastro de clientes, as cidades atendidas, as tabelas de frete e o histórico de CT-e e ocorrências vêm do seu sistema de hoje. Os códigos que a sua equipe já decorou continuam valendo — ninguém precisa reaprender o código de um cliente que usa há anos — e a numeração do CT-e segue de onde parou, sem furo na sequência para o fisco perguntar depois.
O que vem do seu sistema de hoje
- Cadastro de clientes, com endereço e regra de cobrança
- Cidades atendidas e o prazo de cada praça
- Tabelas de frete
- Histórico de CT-e e de ocorrências
- A numeração do CT-e, seguindo de onde parou
Migração
Vocês não recomeçam do zero.
O medo de trocar é perder dez anos de cadastro e a equipe ter que reaprender tudo. Os dois têm solução, antes do primeiro CT-e.
- 01
Você exporta do sistema de hoje
Os arquivos que o seu sistema atual já gera. Nada de alguém digitar cliente por cliente.
- 02
A gente importa e confere
Cadastro de clientes, cidades atendidas, tabelas de frete, histórico de CT-e e ocorrências. Antes de gravar, o sistema mostra a prévia e confere o frete calculado contra o que foi cobrado de verdade.
- 03
A equipe abre a tela e reconhece
Os códigos de ocorrência, as siglas das unidades e a numeração do conhecimento continuam os mesmos. Ninguém precisa decorar outra coisa.
A numeração do CT-e continua de onde parou, na mesma série — ou começa numa faixa própria, se você preferir.
Abrir conta
Comece a usar o Fretoou.
Preencha os dados da transportadora e a gente abre a conta e manda o acesso pelo WhatsApp. Sem cartão, sem taxa de implantação e sem fidelidade — se não servir, você sai e leva os seus arquivos.